A Escola:

Histórico

A Escola de Surf “PURA VIDA” by girls foi fundada em dezembro de 2002, no canto esquerdo da Praia de Mariscal pelas atletas do surf Ivana e Mili, professoras credenciadas pela A.C.E.S (Associação Catarinense das Escolas de Surf), FECASURF (Federação Catarinense de surf) e SALVA SURF (Associação salvar).

No início a estrutura era simples e o público alvo abrangia os turistas de passagem na praia. A escola foi ganhando aceitação do público, aumentando o número de alunos e adquirindo novos equipamentos.

Em novembro de 2006 foi feito um trabalho diferenciado, e com uma base móvel, foi atendido o público das pousadas e hotéis da praia de Mariscal. As aulas foram ministradas nos locais mais seguros para a prática do surf, com as melhores condições de mar, vento e corrente.

Nosso trabalho teve sucesso e reconhecimento, razão pela qual, fomos contratadas pelo Hotel Atlântico para a temporada de 2007/2008. Com uma base fixa no hotel, podemos atender qualquer público interessado. Visite o site: www.hotelatlantico.com.br

Nossa Missão

A Escola de Surf PURA VIDA by girls tem como objetivo principal, ensinar o verdadeiro sentido do surf estimulando o prazer puro e simples de surfar, trazendo para nosso dia a dia a essência que nos permite esse estado de espírito. Através de um trabalho consciente, seguro e com respeito mútuo entre o homem e a mãe natureza.

Nossa experiência como surfistas há mais de 10 anos e instrutoras, no Brasil, Costa Rica (outono/2006) e Portugal (inverno/2007), ajudou a aprimorar as técnicas das aulas (teóricas e práticas) aumentando o profissionalismo da escola. Nossa escola está credenciada pelas entidades responsáveis pelo surf no Estado:

Portfólio da escola

Temporada 2002/2003
Temporada 2004/2005


Temporada 2006/2007


A Equipe:
Foto: Ivana
Foto: Mili
Foto: Arquivo da escola

 

Somos filhas da terra e amantes do mar, surfistas de alma desde criança e instrutoras de surf a mais de 10 anos!

Ivana Deeke é free surf, fotógrafa submarina e de surf. Carla Milene Santos (Mili) foi atleta do circuito catarinense amador de surf, é free surf e oceanógrafa.

Preserve a natureza
Ame a vida
Medite!

Portfólio Mili (free surf)
   
Portfólio Ivana (free surf)

Currículo - ATLETA CARLA MILENE SANTOS (MILI)

FESTIVAL SUBMARINO AMARELO BRASIL 500 ANOS - 1998
Praia de 4 Ilhas – Bombinhas SC Colocação:
1º lugar categoria feminino

4º GENERAL LYY DE SURF – 1998
Praia de Mariscal – Bombinhas SC Colocação:
4º lugar categoria feminino

5º GENERAL LYY LONG ISLAND DE SURF – 1999
(Etapa válida para o Catarinense Amador)
Praia de Mariscal – Bombinhas SC
27 e 28 de novembro de 1999 Colocação:
1º lugar categoria feminino

CIRCUITO BOMBINHAS DE SURF – 1999
Etapas ABS (Associação de surf de Bombinhas) – 4 etapas
Praias de Mariscal e 4 Ilhas
Colocação: Campeã municipal de 1999

1º CIRCUITO VIDA MARINHA OPEN - GOVERNO 2000
2º Etapa ASBC (Associação de surf de Balneário Camboriú)
Praia de Balneário Camboriú – SC
Colocação: 4º lugar categoria feminino

2º ETAPA CIRCUITO CATARINENSE DE SURF AMADOR – 2000
Praia do Santinho – Florianópolis SC
Colocação: 1º lugar categoria feminino

COPA ANITA GARIBALDI DE SURF CIRCUITO CATARINENSE DE SURF AMADOR – 2000
20 e 21 de maio de 2000 Molhes da Barra – Laguna SC
Colocação: 1º lugar feminino

5º ETAPA BOMBINHAS DE SURF (ABS / GENERAL LYY) – 2000
Praia de Mariscal – Bombinhas SC
Colocação: 1º lugar feminino

Premiação – 5º General Lyy (P. Mariscal).
Entrevista – Catarinense (P. Santinho).
 

Aulas de Surf:

Público alvo: crianças a partir de quatro anos, jovens e adultos.

Metodologia de ensino:

  • Ensinamos de forma segura e divertida;
  • Iniciação com pouca profundidade;
  • Aulas individuais e grupos, manhãs e tardes, com hora marcada.
    Individuais: aulas com duração de 1 h (qualquer horário do dia);
    Grupos: aulas com duração de 1 h e dois horários por dia:
    (todos os dias as 11:00 e as 15:00 hs).
  • Níveis de aprendizado: iniciante, intermediário e avançado.
    Iniciante: os alunos aprendem os movimentos básicos, a técnica ensinada é simples e clara, é demonstrado passo a passo, corrigindo os erros, incentivando, elogiando e analisando a performance do aluno. Neste nível os movimentos do aluno ainda não são automáticos.
    Intermediário: as técnicas iniciais adquiridas no nível anterior tornam-se automáticas, o aluno aprende a integrar os movimentos e alguns deles também se tornam automáticos. Nesta fase o aluno aprende a distinguir as várias situações como, por exemplo, dropar a onda, cavar, entre outras.
    Avançado: os movimentos são automáticos e conscientes, o aluno é capaz de tomar decisões rápidas. Neste nível o aluno adquire velocidade, eficiência, e a adaptação da seqüência da onda é alcançada como, por exemplo, o drop da onda, a cavada e as manobras.
  • presentação da aula em DVD;
  • Plano de ensino: introdução, alongamento/aquecimento e prática.
    Introdução: apresentação dos instrutores e alunos, apresentação dos equipamentos, explicação do posicionamento na prancha, remada, movimento de ficar em pé (stand up), e procedimentos de segurança dentro d’água.
    Alongamento e aquecimento: são realizados alongamentos dos principais grupos musculares (pescoço, braços, costas e pernas). Instruímos os alunos ao aquecimento antes das aulas para a prevenção de estiramentos musculares, aumento da circulação cardíaca e sanguínea para articulações e músculos, redução da tensão muscular, e aumento da elasticidade muscular.
    Prática: aplicação das técnicas dentro d’água;
  • Utilizamos softboards (proporciona mais segurança) e fornecemos todos os equipamentos desde pranchas, lycras, leashes, parafinas, entre outros.
 

Os Equipamentos:

Prancha: a prancha ideal para o nível iniciante deve ser um longboard (soft) largo e espesso com o fundo flat, para uma boa flutuação e estabilidade.

Roupa de borracha (wetsuit):  coletes, short-john, long-john e lycras. Servem para aquecer, obter flutuação e proteção contra lesões, águas-vivas e sol.

Leashes ou cordinha: sua função é manter a prancha perto do surfista e, proteger outros surfistas e banhistas.

Parafina e deck: tem a função antiderrapante, mantém o pé aderente à prancha.

Raspador: serve para raspar a parafina da prancha para a troca e, para manter a parafina mais aderente. 

Fonte: Manual Prático da A.C.E.S (curso de formação de instrutores), diretor técnico: André Oliveira

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Dicas e informações sobre Surf:

Histórico do surf

O primeiro povo a deslizar sobre as ondas foi o polinésio. Exímios pescadores, os melhores mergulhadores do mundo e, construtores habilidosos de barcos. Os polinésios tinham a necessidade de trabalhar no mar e viver dele, sob quaisquer condições, quando o mar estivesse calmo ou cheio de ondas. Suas embarcações provam isso, eles desenvolveram barcos especiais para que pudessem voltar a terra com a ajuda das ondas.

Outra corrente diz que os primeiros a deslizar sobre as ondas foram os pescadores da costa do Peru, que usavam seus barcos chamados “cabalos de totora” para surfar as ondas no retorno da pescaria.

Por volta do século X, os polinésios migraram para o norte e sul do Pacífico à procura de novas ilhas. O Hawaii estava descoberto.

O surf antigo tinha profundas raízes religiosas, culturais e até sociais. Somente os reis e suas famílias podiam surfar em pé e dispor da árvore Koa ou Williwilli para fazer suas pranchas.

O primeiro contato do branco com o surf foi em 1777, quando o inglês James Cook, chegou ao Hawaii. O surf só saiu do Hawaii para outros países em 1919, através de Duke Kahawamoku, um dos melhores nadadores do Hawaii, salva-vidas, legítimo polinésio e grande surfista. Ele se tornou famoso nas Olimpíadas de 1912, quando ganhou várias medalhas e bateu recordes de natação. Por volta de 1928, foi disputado o primeiro campeonato de surf, na Califórnia.

A primeira prancha de fibra surgiu em 1949. No final da década de 50 e início de 60 o surf se tornou uma febre nos EUA e Austrália. Em 1968 o surf tornou-se profissional.

No Brasil, o surf começou timidamente em 1938, na cidade de Santos, por Osmar Gonçalves, de 1938 a 1948, foram temporadas deslizando em ondas praticamente sozinho. Na década de 50, no Rio de Janeiro, Paulo Preguiça, Ireny Beltrão e Jorge Lehman começaram a surfar no Arpoador.
O primeiro campeonato brasileiro aconteceu em 1965.

Os anos de 70 e 80 foram famosos pelos festivais de surf em Saquarema, Ubatuba e no sul do país. Em 1987, o Brasil tem seu primeiro circuito brasileiro com cinco etapas, a partir daí o surf não parou mais de crescer no país. 

Fonte: Manual Prático A.C.E.S (curso de formação de instrutores)
Noções oceanográficas

O clima: é resultado de uma combinação de características: relevo local, proximidade com o mar, latitude, entre outras. O sol é o maestro na formação das zonas climáticas, quanto mais próximo da linha do equador, entre os trópicos, mais quente o clima. Abaixo dos trópicos, onde a radiação solar incide obliquamente, as temperaturas, tendem a ser mais amenas, com as quatro estações bem definidas. Na região Sul, um fenômeno climático de grande importância são as chegadas das frente frias, resultante do encontro entre as massas de ar quente e fria, provocando mudanças nas temperaturas e chuvas.

As praias: são mais que acúmulos de areia, têm vida e energia. São ambientes formados pelo encontro do mar com o continente e por isso chamados ecossistemas de transição. Por definição, as praias são depósitos de sedimentos inconsolidados sobre a zona costeira.

Basicamente existem três tipos de praias: reflectivas, dissipativas e intermediárias. As reflectivas ou de tombo, a areia é grossa, a declividade da praia é alta e as ondas não quebram, ou quando isso acontece, quebram na beira e com muita força. As dissipativas são praias rasas, areia fina, baixa declividade e a zona de arrebentação é bastante extensa. As intermediárias são mistura das duas anteriores e como exemplos têm a Praia de Mariscal.

As dunas: são formas eólicas constituídas do acúmulo de sedimentos arenosos, sendo desenvolvidas onde ocorre competência de transporte pelo vento, devendo este ser perpendicular ou oblíquo à costa. O desenvolvimento das dunas depende de importantes fatores, como: tipo de sedimento existente, a fonte do mesmo, baixa precipitação (chuva), presença de ventos e a capacidade da vegetação de se estabilizar inicialmente. As dunas podem ser móveis quando não vegetadas e fixas quando vegetadas. Este ecossistema constitui-se numa “zona tampão” e tem a função de proteger a costa frente aos momentos episódicos de maior energia (ressacas). As dunas apresentam um papel fundamental no equilíbrio das praias, servem como filtro físico à ação das ondas, fornecem reserva de sedimento para a praia. A vegetação de dunas apresenta uma extensa teia de raízes que exerce uma função importante na fixação da areia. A vegetação auxilia na manutenção das dunas e, conseqüentemente, na estabilidade da linha de costa.

Os ventos: os ventos influenciam diretamente nas ondas, marés e correntes. São formados pelo aquecimento diferenciado provocado pelo sol nos continentes e oceanos. Os ventos se deslocam das áreas de alta pressão para as de baixa pressão, das regiões mais frias para as mais quentes. Durante o dia, tanto os oceanos como os continentes recebem a mesma quantidade de luz e calor, porém, os continentes se aquecem mais rápido e os ventos sopram dos oceanos para os continentes (Brisa Marítima). Durante a noite o processo se inverte. O oceano retém mais calor que o continente, isso provoca uma mudança de direção do vento. É por isso que, geralmente, pela manhã o vento é terral.


Rosa dos ventos

As marés: a maior parte das mudanças e variações que observamos em nossa costa é causada pelas variações do nível do mar. Este movimento de maré, que ocorre com freqüência e intensidade variável, em todos os mares e oceanos, é resultado da influencia gravitacional exercida sobre o nosso planeta pelo Sol e pela Lua. Essas forças têm o efeito de mover as águas do planeta para o ponto da superfície mais próximo deles. Em praias com inclinação suave notamos as marés pelo movimento horizontal da linha d′água, e em zonas de costões, pelos movimentos verticais.

As correntes associadas com os movimentos das marés são imperceptíveis no mar, porém fortes em rios costeiros e em estuários. Diariamente temos duas (2) marés vazantes (Baixamar) e duas (2) marés enchentes (Preamar). Nos períodos de Lua Cheia e Nova ocorrem as marés de sizígia, com maiores amplitudes. Nos períodos de Lua Crescente e Minguante ocorrem as marés de quadratura, com menores amplitudes. A ação dos ventos pode gerar a maré meteorológica, que provoca um aumento no nível do mar e empilhamento de água na costa (ventos do quadrante Sul). Na ilustração abaixo se observa porque as marés são potencializadas nas Luas Nova e Cheia, pois sofrem também a atração solar.

Fonte: Surf Guia Brasil 2000.  

As ondas: podem ser formadas pelo movimento das placas tectônicas que na maioria das vezes são responsáveis pelos maremotos. Há também as ondas internas, geradas pela diferença de massas d′água em grandes profundidades. Contudo, as que chegam a nosso litoral são formadas pela transferência de energia do vento para o oceano, provocando um atrito com a superfície da coluna d′água, criando um movimento oscilatório. As ondas são geradas em alto mar num ponto chamado “Zona de Geração”, e quando se afastam deste ponto as ondas de mesma direção começam a caminhar para o litoral formando um “Trem de Ondas”, e ao tocarem o fundo quebram na “Zona de Arrebentação”. O tamanho e velocidade de propagação das ondas dependem da velocidade e tempo de atuação do vento. Fortes ventos por longo período sobre a pista oceânica geram ondas de grande tamanho e velocidade. Entenda como o fundo interfere na formação das ondas e seus tipos:


Fonte: Surf Guia Brasil 2000.

As ressacas: elevação do nível do mar decorrente da presença de grandes ondas e ventos soprando em direção à costa.

A Arrebentação: a onda quebra na “zona de arrebentação” quando a sua altura atinge 80% da profundidade. Em praias dissipativas as ondas quebram com maior distância da costa e são denominadas “deslizantes” (Spilling). Em praias reflectivas as ondas quebram muito próximo da costa e são “tubulares” (Plunging). Há também ondas que não quebram do tipo “Surging”. No entanto, uma praia pode apresentar as três formas de arrebentação, dependendo da declividade, do nível da maré, da direção e intensidade do vento, e do tipo de fundo.

Correntes marinhas:  parte da energia dissipada pelas ondas ao longo da zona de arrebentação é transferida para a formação de correntes. A corrente é o movimento de grande volume de água e pode ser de dois tipos: longitudinal (paralelas) formando um ângulo entre as ondas e a costa, ou transversal (corrente de retorno, repuxo) são fluxos d′água em direção ao mar aberto. As correntes de retorno são altamente perigosas aos banhistas e facilitam a entrada dos surfistas ao mar (canal).


Fonte: Surf Guia Brasil 2001.

Fundamentos básicos de uma prancha de surf:

O tamanho das pranchas de surf corresponde ao biótipo do surfista e ao tamanho da onda a ser surfada;


Fonte: Fluir - Guia de Pranchas 2007.

O shape plano corresponde ao conjunto de comprimento, largura, rabeta e outline. É a primeira impressão que sem tem de uma prancha vista a partir de uma perspectiva plana;

O outline é a linha externa que define a prancha, existem várias medidas para determiná-lo;


Fonte: Fluir – Guia de Pranchas 2007.

O wide point é o ponto onde se encontra a largura máxima da prancha;

A rabeta é um dos detalhes mais visíveis da prancha, por sua vez, cada tipo de rabeta pode ter as seguintes variações: estreita (manobras mais seguras e fortes), mais larga (manobras suaves e de maior sustentação), mais redonda (manobras mais suaves e abertas), pontiaguda (manobras mais agudas e quebradas);


Fonte: Fluir – Guia de Pranchas 2007.

O bico nas pranchas convencionais não tem diferença significativa, nem muita utilidade por ser a parte com menor contato com a água. Porém, para o pranchão (longboard) a forma do bico pode fazer com que a prancha ganhe em área e um bico com maior área agrega sustentação, facilita a entrada nas ondas, estabilidade e prejudica as manobras;


Fonte: Fluir – Guia de Pranchas 2007.

A curva de fundo (rocker) é um dos aspectos mais importantes no desenho da prancha, pois controla o fluxo de água. Quanto mais acentuada a curva, menor o fluxo de água (mais lenta a prancha), maior manobrabilidade;
O fundo (bottom) é a configuração da parte de baixo da prancha em sentido transversal, de uma borda a outra;

As bordas (rails) são as laterais da prancha que cortam a água, controlam as viradas e a saída de água;

Edge é o ponto onde se encontra o fundo e a borda. Controla a saída de água e consequentemente a sensibilidade, velocidade, aceleração, projeção e direção;

As quilhas (fins) têm como função absorver a energia do fluxo de água, dando direção e agregando pressão e velocidade;


Fonte: Fluir – Guia de Pranchas 2007.

Os primeiros drops:

À primeira vista o surf parece um esporte perigoso, porém, se observados alguns princípios básicos, os riscos de acidentes podem ser minimizados:

  1. Antes de entrar na água observe atentamente onde as ondas estão quebrando (tamanho, pressão, correntes);
  2. Procure alongar e aquecer o corpo antes da sessão de surf. O alongamento dos músculos e ligamentos minimiza riscos de contusões, cãibras e distensões;
  3. Esteja bem preparado (a), pois a natação pode salvar a sua vida caso você perca o contato com sua prancha (verifique o estado de conservação da sua cordinha);
  4. Caso você seja pego por uma corrente, não nade contra ela, procure nadar perpendicularmente, circulando a área da corrente e retornando a praia;
  5. Respeite seu limite. Se você acha que não conseguirá retornar a praia com a prancha em dia de onda grande, é preferível não entrar na água. A perda da prancha durante uma sessão de ondas grandes é comum;
  6. Procure não atrapalhar surfistas mais experientes. Evite praias com muita movimentação (crowd). Procure praias mais tranqüilas e evite ficar surfando sozinho até o anoitecer e em dias de tempestades.

Fonte: Fluir – Guia de Pranchas 2007.


Manobras básicas:

Drop: é a primeira manobra, é o ato de descer a onda.   


Foto: www.waves.com.br

Cavada ou botton Turn: é uma seqüência do drop. O surfista direciona a prancha para um dos lados, para adquirir mais velocidade e, execultar uma manobra


Foto: Arquivo Raquel Malta.


Cut Back: é uma manobra usada para recuperar a velocidade e voltar para a parte surfável da onda, mais perto do buraco. O surfista vira a prancha na direção contraria, indo em direção à espuma. Batendo na espuma, a prancha ganha velocidade e a onda abre nova parede


Foto: www.waves.com.br

Tubo: só é possível em ondas buraco. O surfista sente que a onda vai fechar e cava para dentro da onda, percorrendo o interior do tubo.

  


Foto: www.waves.com.br

Batida: é feita na parede da onda, sempre perto da parte mais oca (buraco). O surfista faz a cavada, desde até a base da onda e muda de direção, atingindo o lip e retornando a base da onda.


Foto: www.waves.com.br

Rasgada (snap): quando o surfista sobe até a parte crítica da onda e faz uma curva jogando água na parede da onda.

 


Foto: www.waves.com.br

Fonte: Manual Prático A.C.E.S (curso de formação de instrutores)


Procedimentos de segurança ao cair da prancha:

  • Proteger a cabeça com os braços;
  • Empurrar a prancha para longe com os pés ao cair;
  • Esperar a turbulência passar para emergir a superfície. Localizar a prancha e puxa-la pela cordinha;
  • Não largar a prancha sem ter certeza de que não tem ninguém atrás.

OBS: Muitos iniciantes quando caem da prancha (vaca), tentam emergir o mais rapidamente, puxando a cordinha com o pé, isto faz com que muitas vezes a prancha atinja o rosto.

Fonte: Manual Prático A.C.E.S (curso de formação de instrutores), diretor técnico: André Oliveira.


Conselhos básicos aos banhistas:

Durante o período de verão nossas praias ficam lotadas de banhistas e surfistas, porém, muitos não possuem orientação com relação aos perigos iminentes do mar. Para isso, foi criado um sistema de simulação por bandeiras que auxilia na segurança dos banhistas e surfistas.

BANDEIRA VERDE: mar bom, calmo, com condições plenas de banho.
BANDEIRA AMARELA: mar ruim, agitado, com restrições para banho.
BANDEIRA VERMELHA: mar perigoso, muito agitado, perigo para o banho.


E as dicas de sempre:

1) Evite mergulhar de pedras ou locais próximo aos costões, piers, molhes e desembocaduras de rios;
2) Procure não ultrapassar profundidades superiores ã sua cintura;
3) Reconheça seus limites e habilidades no mar;
4) Não perca as crianças de vista, indique o local onde elas devem tomar banho;
5) Respeite a sinalização.

Fonte: Surf Guia Brasil 2001.



 

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